Linha do Tempo da Telefonia no Brasil
História da Telefonia no Brasil
1875
– Alexander Bell inventou o telefone.
1876
– Na exposição centenária na Filadélfia, Dom Pedro II, imperador do Brasil na
época, conhece o aparelho e fica admirado.
1877
– Dom Pedro II quer o aparelho para si. A primeira instalação no Brasil é feita
em sua residência: O Palácio de São Cristóvão, onde hoje é o Museu Nacional, no
Rio de Janeiro (em setembro de 2018 o museu pegou fogo, perdendo quase
totalmente seu acervo histórico e cientifico construído ao longo de 200 anos).
1879
– O americano Charles Paul Mackie consegue a primeira concessão para
estabelecer rede nas terras brasileiras.
Dom
Pedro II autorizou por meio de um decreto imperial o funcionamento da primeira
empresa telefônica: A Telephone Company of Brazil, do próprio Charles Paul
Mackie e outros americanos.
1881
– A Telephone Company of Brazil é instalada na Rua Quintanda, 88 – Rio de
Janeiro. Com essa sede no Brasil, a empresa se tornou a primeira empresa
telefônica no Brasil.
No
mesmo ano foi criado a primeira lista telefônica, com os números dos primeiros
donos de telefones no Brasil. Além disso, a lista também funcionava como manual
de instruções básicas explicando como funcionava.
1890
– Ainda não era possível fazer ligações diretas entre telefones, por isso com o
surgimento das primeiras centrais telefônicas surgiu uma nova profissão:
Telefonista.
Uma
empresa americana determina o dia 29 de junho o dia das Telefonistas.
1906
– Os telefones de magneto com manivela provocam um incêndio que destruiu a
companhia. Novos aparelhos telefônicos foram importados dos E.U.A.
1935
– A CTB (Companhia Telefônica do Brasil) implantou postos públicos,
inicialmente na antiga Galeria Cruzeiro e mais tarde em bares, farmácias e
mercenárias da cidade.
1958
– Começou a funcionar o primeiro sistema de discagem direta de distância (DDD)
da América do Sul, através do cabo coaxial que conectava Santos e São Paulo e
hoje consegue conectar o Brasil inteiro.
1972
– Os telefones públicos chamados TUP (Terminais de uso público) tomaram conta
das ruas do Rio e São Paulo. Logo os cariocas batizaram de “orelhão”.
1985
– O Brasil foi o primeiro país da América Latina a lançar um satélite
doméstico, operado pela Embratel. Foi um grande marco para a história porque
deu ao Brasil independência em serviços de telecomunicações via satélite.
1990
– O Rio de Janeiro é a primeira cidade brasileira a ter telefone celular,
seguindo o sistema analógico dos Estados Unidos, chamado de AMPS. Essa tecnologia
só permitia a transmissão de voz.
1992
– Foi lançado o cartão telefônico indutivo no sistema Telebrás. Foi inventado
pelo engenheiro brasileiro Nelson Guilherme Bardini. Seu funcionamento era
baseado em indução de eletricidade, eles substituíam as fichas telefônicas.
1997
– Através da promulgação da lei geral de telecomunicação (lei n°9.472) que
criou a agência nacional de telecomunicações (Anatel) dá-se inicio ao primeiro
serviço de celular digital no Brasil.
1998
– O ministério das comunicações dividiu a Telebrás em 12 empresas e em 29 de
julho começou o processo de privatização na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.
1999
– Entrou em vigor novos códigos para ligações a longa distância das operadoras
de telefonia fixa. O código era usado antes do DDD ou DDI e do número a ser
chamado.
2000
– Foi surgido o termo “Smartphone” ideia anunciada em 1992 e comercializada em
1994.
2001
– O Brasil vendeu seu primeiro smartphone.
A
Anatel liberou a licença do sistema global para comunicação para a telefonia
celular e isso permitiu que todo Brasil usasse essa tecnologia.
2009
– Usuários de telefones fixos e móveis passaram a poder mudar de operadora e manter
o número de telefone. A portabilidade numérica foi aprovada em 2007 mas só dois
anos depois passou a cobrir todo o Brasil.
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